Paz

De vez em quando,

procura um espaço de silêncio.

O barulho excessivo é prejudical.

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA












Hoje é Dia da Criança

Hoje é Dia da Criança
e eu quero dar-te a Lua.
Mas há meninos sem nada
que dormem sós numa rua.

Hoje é Dia da Criança,
na aula lês teus direitos.
Mas há meninos nas obras,
a mando de alguns sujeitos.

Hoje é Dia da Criança
saboreias chocolate.
Mas há meninos raptados
que sonham com o resgate.

Hoje é Dia da Criança
em todo o Planeta Terra.
Mas há meninos que morrem
em combates, numa guerra.

Hoje é Dia da Criança,
tu brincas, cantas, sorris.
Um dia, cada criança
como tu será feliz.

Luísa Ducla Soares
(in O Livro das Datas)

Invenções - A Calculadora (Sílvia Miranda -9ºD)

O filósofo, físico e matemático francês Blaise Pascal, que trabalhava com seu pai num escritório de colecta de impostos, na cidade de Rouen em 1642, aos 18 anos, desenvolveu uma máquina de calcular, para auxiliar o seu trabalho de contabilidade, baseada em 2 conjuntos de discos: um para a introdução dos dados e outro que armazenava os resultados, interligados por meios de engrenagens. A máquina utilizava o sistema décimal para os seus cálculos de maneira que quando um disco ultrapassava o valor 9, retornava ao 0 e aumentava uma unidade no disco imediatamente superior.

A Pascalina, como ficou conhecida, foi a primeira calculadora mecânica do mundo. Pascal recebeu uma patente do rei da França para que lançasse sua máquina no comércio. A comercialização de suas calculadoras não foi satisfatória devido a seu funcionamento pouco confiável, apesar de Pascal ter construído cerca de 50 versões. As máquinas de calcular, descendentes da Pascalina, ainda hoje podem ser encontradas em uso por algumas lojas de departamentos.

Na minha opinião a máquina de calcular foi uma das mais importantes invenções porque facilita muito o trabalho das pessoas, poupa-nos muito tempo. Se nós pensarmos, a máquina de calcular é um bem indispensável no nosso dia-a-dia, seja na escola, estabelecimentos comerciais entre outros.

Invenções - Detector de Mentiras (Ana Azevedo e Jéssica Barbosa - 9ºA)

Inventor: Jonh A. Larson
Data da invenção: 1921
Ainda como aluno de medicina na Universidade da Califórnia, Larson estudou a detecção da mentira através da medição do batimento cardíaco e da respiração das pessoas. Sempre que uma pessoa mentia, a sua pulsação e respiração aceleravam.
Um polígrafo ou detector de mentiras é um aparelho que mede e grava registos de diversas variáveis fisiológicas enquanto um interrogatório é realizado, numa tentativa de se detectar mentiras num depoimento. Um teste de polígrafo também é conhecido como um exame de detecção psico-fisiológica de fraude - psychophysiological detection of deception (PDD).

No início do Exame coloca-se um sensor em um dos braços da pessoa interrogada, para medição do pulso e da pressão arterial. Um tubo flexível ajustado ao redor do tórax observa o ritmo da respiração. Dois eléctrodos nas mãos ou braços medem as variações eléctricas e um sensor de movimentos nas pernas medem a contracção involuntária de músculos. Um típico uso de polígrafo começa com uma entrevista pré-teste a fim de estabelecer uma conexão (ou encontrar um controle) entre o que testa e o que está em teste, e ganhar alguma informação preliminar que será mais tarde usada para controlar as questões. O testador então irá explicar sobre o polígrafo, enfatizando que ele pode detectar mentiras e que é importante responder com toda a verdade.
A cada resposta, os sensores registam num gráfico as reacções do interrogado. Conforme as reacções pode determinar-se a veracidade de seu depoimento. Estudos demonstram que esse aparelho pode detectar correctamente sete em cada dez mentiras. Porém em alguns casos o criminoso mente de forma tão convincente que o equipamento não regista nenhuma reacção que indique a mentira. Portanto os resultados fornecidos por esse aparelho não são considerados conclusivos, sendo utilizados somente como auxiliares nos julgamentos.


Invenções - Daniel Costa (9ºE)


Powerpoint do aluno Daniela Costa (9ºE) no âmbito da disciplina de Francês e sob o tema das invenções dos alunos da turma.

5 de Maio de 2010


5 de Maio - dia da Língua Portuguesa e da cultura
Maio foi instituido como o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura dos paises da CPLP. Para mais informações consulte o site:www.cplp.org
Ana Saldanha
A escritora esteve, na nossa escola, no passado dia 28 de Abril, para falar dos seus livros aos alunos do 2º Ciclo.

Dia Mundial do Livro




No Dia 23 de Abril comemorou-se o dia Mundial do Livro com texto de José Luís Borges "O Livro"e realizámos a exposição "Poesia em Abril" com poemas e trabalhos dos alunos alusivos ao tema.




Dia Internacional de Monumentos e Sítios - 18 de Abril

O dia 18 de Abril é consagrado ao Dia Internacional dos Monumentos e Sítios.
Criado precisamente a 18 de Abril de 1982 pelo ICOMOS (Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios) e aprovado pela UNESCO, este dia tenta dar visibilidade aos monumentos e sítios (arqueológicos, bairros históricos, etc).

Mosteiro Bom Jesus de Barrosas
O conjunto formado pelo largo onde se insere o Santuário do Bom Jesus de Barrosas com a respectiva igreja e cruzeiro impõe-se na malha urbana pela volumetria e dimensão dos seus elementos, mas também pela diferença de cotas entre eles.
As origens do Santuário de vocação cristológica encontram-se na visão de um pastor, de seu nome Domingues França. Em consequência deste milagre, o pastor mandou construir em 1692, a despesas suas, uma pequena capela.
A muita devoção ao Bom Jesus de Barrosas pela população local foi motivo para que o templo primitivo se revelasse demasiado pequeno. No último quartel do século XVIII foi construída a actual igreja. Foi inaugurada em 1798. A igreja é envolta por um adro gradeado, apenas aberto em frente do portal principal, com escadaria de acesso.
Olhando atentamente para cada uma das torres, verificamos que cada uma apresenta um remate diferenciado: o da esquera em coruchéu e o da direita bolbosa e encimada por cruz. Estas são ligeiramente recuadas em relação ao pano central, marcado por pilastras laterais e pela abertura do portal envolvido por uma moldura que se prolonga até à janela de sacada do coro alto, envolvendo-o e elevando-se até à base do frontão triangular que o alçado termina. As fachadas laterais são ritmadas pela abertura de janelas ao nível de registo superior, ganhando maior expressão no interior da igreja, profusamente iluminada. A estes vãos, com sanefas de talha dourada, correspondem, quer na nave quer na capela-mor, diferentes capelas e púlpitos, todos eles também com sanefas de talha dourada. As abóbadas são pintadas.
A capela-mor é um pouco mais estreita do que a nave e a qual se articula através do arco de volta perfeita revestido pela talha apresenta parede fundeira totalmente ocupada pelo retábulo, dominado pela tribuna, muito alta. Esta campanha de talha remonta, também, à segunda metade de setecentos.

Cruzeiro do Bom Jesus de Barrosas
Implantado junto ao Santuário do Bom Jesus de Barrosas, o Cruzeiro constitui um sinal de fé, mas também era parte integrante das cerimónias religiosas que se realizavam no Santuário, nomeadamente as procissões que envolviam o Cruzeiro. Destaca-se a Romaria do Espírito Santo, realizada entre 24 e 27 de Maio. O Cruzeiro tem datação de 1724.
Sobre um conjunto de 4 degraus ergue-se o plinto de secção quadrada em cujos faces são exibidas carteladas. A coluna de juste estriado, apresenta o terço inferior com motivos de pontas de diamante e é rematada por um capitel coríntio. Sobre este, uma esfera com decoração vegetalista e a cruz exibe, numa das faces, a imagem de Cristo crucificado.